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29 de out de 2016

MODELO: SAÚDE PÚBLICA

PARADIGMA ESTILO ENEM: EPIDEMIAS E SAÚDE PÚBLICA


Sobre posologias e métodos

Mudam-se os nomes, renovam-se os sintomas. O fato é que, ao longo da história, as epidemias vitimaram indiscriminadamente milhares de pessoas. Foi assim com a Peste Negra, na Idade Média; com a tuberculose, no séc. XIX; e com a gripe espanhola, no início do século passado. Mais tarde deu-se o mesmo com a AIDS, com a dengue e com o risco iminente do ebola. No entanto, se endemias, epidemias e pandemias estão longe de ser verdadeiras novidades, é no mínimo razoável perguntarmo-nos o que pode ser feito para minimizar ou até extinguir o contágio dessas e de outras doenças infecciosas.
Felizmente, alguns ingredientes dessa receita já nos foram dados há praticamente um século. Osvaldo Cruz e Emílio Ribas, médicos sanitaristas pioneiros no tratamento de epidemias, defenderam na prática a ação preventiva do Estado no campo da saúde pública. Foram enfáticos ao ressaltar a necessidade de haver investimentos na produção de vacinas, na promoção do saneamento básico e na educação da população, até mesmo no que dizia respeito ao combate ao preconceito sofrido pelos doentes.
A partir dessa nova mentalidade, o Brasil, embora não sem grandes desafios, conseguiu erradicar, desde 1989, a poliomielite, por meio de ostensivas campanhas de vacinação. Um pouco antes, graças aos esforços da Organização Mundial de Saúde, o milenar vírus da varíola foi praticamente exterminado. Com menos investimento em remédios e mais em informação, surtos do vibrião do cólera também foram combatidos com êxito na América Latina, inclusive no Brasil. Neste caso em especial, medidas básicas de higiene foram o grande diferencial.
Sendo assim, é incontestável a relevância da existência de ações preventivas, associadas, é claro, ao tratamento de doenças. Por esse motivo, o Ministério da Saúde juntamente com secretarias estaduais e municipais devem, conforme suas atribuições, investir em pesquisa, produção e distribuição de vacinas e medicamentos, bem como no treinamento de profissionais da saúde. Soma-se a isso a importância das campanhas informativas e do engajamento social da mídia e das escolas, com vistas a contribuir para a renovação de hábitos que impossibilitem ou, ao menos, combatam mais eficazmente  endemias e epidemias.







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