PROPOSTA: VOCAÇÃO E
APTIDÕES
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http://www.feuc.br/revista/index.php/tag/avaliacao-escolar/
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João Nascimento Neto, 29 anos,
contribuiu, diversas vezes, para que os índices de evasão do curso superior no
País crescessem. Ele não abandonou a ideia de fazer uma faculdade, mas trocou
de curso algumas vezes. Ainda na metade do 3º ano do ensino médio, João passou
no vestibular da UnB para Relações Internacionais, curso bastante disputado.
Pedro Henrique trocou Odontologia
por Medicina depois de um ano e meio de curso, sob pressão da família
“Eu adoro viajar. Tinha feito um
teste vocacional que não surtiu nenhum efeito. Apontou que poderia ser um curso
de exatas, humanas ou biológicas”, diverte-se. Depois de cinco semestres de
curso, ele criou coragem para abandonar a graduação. Na época, já cursava
Direito ao mesmo tempo em uma instituição privada.
Na opinião dele, é muito difícil escolher uma
profissão tão cedo. “Ninguém está preparado quando sai do ensino médio. A gente escolhe
muito cedo e falta orientação sobre cursos e trabalho também”, pondera. Do
Direito, João pulou para Jornalismo, também na UnB. Um ano e meio depois,
percebeu que o sonho de se tornar jornalista esportivo não iria adiante.
História e Medicina foram os
próximos cursos “experimentados” por João, que, no final, voltou para o Direito
e se formou em 2009. Os pais, mesmo preocupados com as mudanças, não criaram
conflitos com João durante esse período de dúvidas. Ele conta que os processos
de transferência entre cursos na UnB eram tão difíceis que ele fazia novo
vestibular a cada troca.
A pressa em iniciar um curso
superior fizeram com que Pedro Henrique Gonçalves Reis, 31 anos, cursasse
odontologia por um ano e meio e criasse um conflito com a mãe para abandonar a
carreira. Quando terminou o ensino médio, Pedro sonhava entrar na área da
saúde. Medicina e odontologia estavam na mira. A vaga em odontologia veio
primeiro.
Quando assistir às aulas ficou
insuportável, Pedro avisou a mãe que queria voltar para o cursinho e insistir
para ser aprovado em Medicina. “Não foi fácil. Minha mãe
queria que eu fizesse cursinho e continuasse o curso. Foi bem difícil começar
do zero de novo também, mas adquiri uma maturidade que eu precisava nesse
período”, afirma.
Hoje,
pediatra no Hospital da Criança José de Alencar em Brasília, Pedro se sente
realizado. “Acho que a gente tem de ser persistente e não pensar em curto
prazo. Mesmo que demore, é preciso fazer o que a gente gosta”, aconselha.
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/mec-e-universidades
PROPOSTA
Com base na
leitura dos textos motivadores e nos conhecimentos construídos ao longo de sua
formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma culta escrita da
língua portuguesa sobre o tema “Vocação, futuro profissional e satisfação
pessoal”. Apresente experiência ou proposta de ação social, que respeite os
direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa,
argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
Sua dissertação
deverá ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas.
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